Sexta-Feira, dia 13, noite de Halloween. Dois monitores de uma colónia de férias para adolescentes excitados chegam ao dormitório e encontram tudo vandalizado. De imediato temem tratar-se de um assassino psicopata que em tempos terá assolado aquelas paragens, estripando gente como se fossem garoupa de aquacultura. Rapidamente se apercebem da parvoíce que disseram e riem, julgando tratar-se de um mito rural. Entretanto, vai-se a ver, e o Terrance Fisher é real e começa a persegui-los para efetivar mais uma saraivada de matança, derramamento incontrolável de sangue e tripas espalhadas pelo chão. A partir daqui, ao ritmo do Batatoon, dá-se uma sequência de humor físico da área do psicopatismo de férias de verão ao nível de Aldo Lima e o seu sketch do toureiro que queria meter o maço de tabaco no bolso.
 
É certo que demora mais a ler este texto do que a ver o filme e também é certo que a cena em que Kelly LeBrock mostra a pintelheira a Gene Wilder em Woman in Red (1984) é mais assustadora do que qualquer coisa neste Nightmare at Camp Bloodbath, mas a fisicalidade do humor, na veia dos clássicos do cinema mudo do inicio do século XX, dá alguma memorabilidade a este filme que sem essa característica seria um sensaborão exercício de estética vazia. 
 
PS: Não tem nudez e ninguém f*de
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