Dois manos da Gunalândia ianque desbundam o pós-apocalipse zombie, intercalando o novo normal do fim da civilização com as suas rotinas de drogados. Sobreviver, parar para umas mijas, procurar recursos para fazer o jantar, esquartejar mortos vivos por diversão, enfim, é importante manterem-se ativos. Uma espécie de INATEL do final dos tempos. Num aprazível dia de primavera, com a direção de fotografia bem aprumada, o Egas e o Becas do pós-apocalipse deparam-se com uma inesperada situação cujo potencial gravítico pode quebrar-lhes o pescoço e deslocar-lhes o maxilar. Em simultâneo.
O filme ideal para colocar a criança que há em nós aos comandos e nos permitir mijar a cuequinha de incontinência. E aproveitar o olhar incrédulo das mulheres a olhar-nos sem compreender onde raio está a piada.
 
Paul Davis realiza e protagoniza esta curta, filmada no backlot da Warner Brothers no cenário da Guerra dos Mundos de Spielberg, que lhe confere um instantâneo aspeto de grande orçamento. Podia ser um pouquinho mais curta, ainda assim dá tempo para um gajo secar as cuecas no corpo depois daquela mija do riso incontrolável.
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